Proibição de criptomoedas pelo Banco Central da China é anunciada oficialmente

Na manhã desta sexta-feira (24), o Banco Central da China anunciou oficialmente a proibição de criptomoedas dentro do país. 

Segundo o BC chinês, todas as transações relacionadas à moedas digitais são consideradas ilegais e devem ser banidas. 

Além disso, as autoridades chinesas também veem com urgência a necessidade de erradicar mineradoras de criptomoedas do país, alegando que a proibição pode ajudar na redução de emissão de carbono.

A ação fez com que as moedas tivessem uma decaída no seu valor. O Bitcoin (BTC), por exemplo, teve um decréscimo de 5,5% para US$ 42.874. Enquanto isso, o Etherium (ETH), teve uma queda de mais de 7% do seu valor e outras moedas menores também seguem tendo impacto negativo. 

Como justificativa para a tomada de decisão o BC mencionou a excessiva emissão de carbono ao meio ambiente e a falta de rastreabilidade de negociações, dificultando ainda mais sua regularização.

O cenário da proibição de criptomoedas pela China

Além das moedas, empresas de Blockchain também sofreram por causa do comunicado. As mineradoras listadas nos Estados Unidos, por exemplo, caíram entre 4% e 5% no pré-mercado.

Inclusive, essa não é a primeira vez que a China faz os preços das criptomoedas caírem de forma repentina, mas é uma das primeiras vezes que o governo se posiciona em relação à transação das criptomoedas. 

Cenário semelhante aconteceu no começo deste ano, onde o país asíatico informou que começaria a reprimir as negociações destes ativos, provocando uma venda em massa de moedas digitais e fazendo com que o valor de mercado despencasse em até 20% em dois dias. 

No que a decisão do BC Chinês irá refletir?

A decisão do Banco central da China não proibiu somente a transação de cripto, como também todas as operações relacionadas a moedas digitais como:

  • Comércio utilizando cripto;
  • Venda de tokens;
  • Arrecadação de fundos;
  • Transações que envolvem derivados de criptomoedas como Binance e Huobi.

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