Prejuízo do Méliuz no segundo trimestre é o pior desde 2020

Seguindo a rodada de divulgação de resultados, o prejuízo do Méliuz no segundo trimestre de 2021 foi de R$ 6,692 milhões, um dos maiores desde sua estreia na B3, em 2020. A empresa afirmou que o montante representa um agravamento de 2,95% em relação ao mesmo período do ano passado, em R$ 6,5 milhões.

O relatório apresenta que parte do resultado negativo foi impulsionado por conta dos gastos operacionais e de divulgação da empresa, principalmente por conta do cashback, e novas aquisições da empresa, adicionando outros negócios em seu portfólio.

Entretanto, a receita líquida do Méliuz teve um aumento de 75% em relação ao ano de 2020, somando o total de R$ 43,401 milhões. 

Enquanto isso, o lucro operacional medido diante do Ebitda foi de R$ 7,2 milhões negativos. á em valor ajustado, o prejuízo foi de R$ 2,4 milhões.

Mais detalhes sobre o prejuízo do Méliuz

Entre os negócios destacados pela empresa, o prejuízo do Méliuz foi atribuído por conta da aquisição de marcas como Promobit e Picodi. 

Além disso, a empresa de cashback informou que, em junho de 2021, o número de contas teve um crescimento de 2,33 milhões de novos usuários em relação ao primeiro trimestre, terminado o período com 18,8 milhões de contas. 

Em nota oficial, a empresa informou que “Finalizamos o 2T21 com um GMV (volume de vendas) total de R$ 1,1 bilhão, sendo R$ 905 milhões referentes ao Brasil e R$ 239 milhões da nossa operação internacional”, disse.

Parte do prejuízo do Méliuz também foi relacionado às despesas operacionais do negócio, somando R$ 62,5 milhões no segundo trimestre do ano. De acordo com a empresa, os gastos foram divididos nas seguintes categorias:

  • despesas de pessoal: R$ 5,1 milhões;
  • gastos com cashback: R$ 3,4 milhões;
  • custos de marketing: R$ 3,2 milhões;
  • despesas com softwares: R$ 2,3 milhões.

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