Investimentos de pessoa física cresce 6,3% no primeiro semestre de 2021

De acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o volume aplicado sob investimentos de pessoa física foi de R$ 4,23 trilhões, representando uma alta de 6,3% no primeiro semestre de 2021. 

Além disso, ganham destaque a captação recorde sob fundos de investimentos, somando o montante de R$ 206 bilhões dentro do período. Em relação à renda variável, o crescimento de aplicações no Ibovespa passou de 19,8% para 22,6%.

Entre os maiores destaques de investimentos de pessoa física, o varejo tradicional acabou ganhando destaque e maior volume de negociações, atingindo uma alta de 4,6% desde dezembro de 2020, com R$ 2,655 trilhões. 

Já os fundos representaram R$ 706,2 bilhões desse montante, com R$ 968,5 bilhões em aportes de títulos e valores mobiliários e os outros 980,5 bilhões diretamente na poupança. 

Novo cenário de investimentos de pessoa física

Com a movimentação do cenário econômico e o interesse dos brasileiros diante do mercado financeiro, os investimentos de pessoa física se tornam cada vez mais comuns e frequentes ao longo dos anos. 

Em aplicações em fundo de renda fixa, por exemplo, a proporção caiu no semestre de 14,4% para 13,3% no primeiro semestre, bastante influenciada pela taxa mínima da Selic alcançada nos primeiros meses do ano, onde estava marcada em 2%. 

Aproveitando o cenário, os investimentos de pessoa física em ações aumentaram 8,8% no semestre, acumulando o montante de R4 1,768 trilhões. O número representa um crescimento de 35,4% neste tipo de aplicação nos últimos doze meses. 

Diante da distribuição de compras diretas em ações, o crescimento foi ainda mais expressivo. Dentro destes primeiros seis meses do ano, o crescimento passou de 26,3% para 29,2%.

Enquanto isso, os ativos relacionados à multimercados perderam participação, de 29,2% para 28,1%. Já os fundos tiveram aportes de R$ 779,33 bilhões neste período.

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